Mês: Janeiro 2012

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12 de Janeiro de 201212 de Janeiro de 2012
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Manifestação: “Crueldade nunca mais!”

Centenas de pessoas sairam na luta pelo respeito aos animais em Balneário Camboriu, no último domingo, dia 22 de janeiro de 2012. A manifestação aconteceu simultaneamente em várias cidades do Brasil.  CLIQUE AQUI para ver todas as cidades e locais participantes. REIVINDICAÇÃO: PENALIZAÇÃO CORRETA E EFETIVA PARA QUEM COMETE CRUELDADES E MAUS TRATOS AOS ANIMAIS!OS ANIMAIS PEDEM JUSTIÇA!...

12 de Janeiro de 201212 de Janeiro de 2012
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Os famosos e a Viva Bicho!

Algumas personalidades da música e do futebol emprestaram suas imagens e posaram para fotos junto com o ex-jogador de futebol Marcio Santos, morador de Balneário Camboriu e apoiador da nossa causa! Clique no titulo e veja as fotos!          

12 de Janeiro de 201212 de Janeiro de 2012
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Prestação de Contas Viva Bicho 2011

A Viva Bicho disponibiliza o Relatório Anual de Prestação de Contas do ano de 2011 aqui no site! Número de Castrações, doações, arrecadações, convênios, despesas e etc… Acompanhe a Viva Bicho e ajude-nos a continuarmos nosso trabalho! RELATÓRIO DE ATIVIDADES ANUAL 2011 DIRETORIA: Maria Rejane Medaglia – Presidente Heloisa Knabben – Vice Presidente Tesoureira – Greta...

5 de Janeiro de 20125 de Janeiro de 2012
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Nota de Falecimento…

A ONG VIVA BICHO cumpre o doloroso dever de comunicar o falecimento de MARIA CRISTINA BECK, fundadora e voluntária da Ong, ocorrido nesse dia 05/01/2012, deixando saudade e exemplo de dedicação em defesa dos animais!! A Cerimônia ocorreu 05 de janeiro, às 19:00hs no Crematório de Balneário Camboriú.   “Aqueles que amamos nunca morrem, apenas...

3 de Janeiro de 20123 de Janeiro de 2012
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Cães de guarda!

* Por Jayme Eduardo Machado

Uma noite dessas, fui despertado por um uivo sofrido - certamente de um cachorro, pensei - e, da janela do quarto, deu para perceber no terreno da construção ao lado, onde durante o dia operários se movimentavam, o vulto solitário de um "pitbull" - ou um "fila brasileiro", podia ser.

Seu porte era assustador, mas seu olhar, assustado. Constatei de manhã, pela placa indicativa colocada entre os fios da cerca elétrica, que o animal que me acordara era de uma dessas empresas que vendem segurança pela utilização de cães. E para ali algum deles era conduzido, sempre à tardinha, para vigiar à noite, enquanto perdurasse a construção.

Telefonei para o número indicado na placa reclamando do barulho, e o atendente esforçou-se por me justificar alguma coisa que não interessava, mas, no essencial, disse que trocariam o cachorro por outro. De fato, trocaram, mas o outro também sabia uivar, que, afinal, é como todos os cães costumam externar o seu sofrimento.

Com essa minha nova argumentação, prometeram outro "pitbull". Mudariam para uma cadela que, alegaram, tinha outro temperamento. Repetiram-se os uivos, e então resolvi ocupar minha insônia para descer até junto ao muro divisório dos terrenos. Subi num banquinho e - que olhar assustado o dela! - joguei-lhe um naco de costela que havia sobrado da janta. Sacudiu o rabo e correu para abocanhar o petisco. Não ouvi mais som algum, até que adormeci e despertei com o movimento dos funcionários da empresa que vieram buscá-la pela manhã, como habitualmente faziam.

Na noite seguinte, surpresa. Ao invés dos uivos costumeiros, latidos. Que é como os cães costumam externar seu instinto de comunicação, seja para alertar, seja para aproximar. No nosso caso, foi isso. Lá desci eu para junto do muro, dei-lhe uns nacos de queijo, e a noite recobrou seu silêncio. Por algum tempo, essa relação - cada qual do outro lado do muro, é claro - perdurou até que a obra acabasse.

Nunca soube de alguém que ela houvesse hostilizado por pretender invadir o terreno, e até duvido que isso fosse possível. Cães costumam se afeiçoar ao que reconhecem como o "seu" território. Só nele desenvolvem suas características, a fidelidade ao dono e a hostilidade ao invasor. E a confirmar isso, o comportamento de minha "vizinha" ocasional, ali, sozinha, num ambiente desconhecido, mais denotava carência e medo, mais provocava pena do que temor.

Pois, ao projetar-se a proibição dessa atividade - empresas vendendo segurança pela utilização de cães -, nossa cidade se humaniza um pouco mais. Sem o exagero daquele ministro do Collor que levava seu cãozinho no carro oficial para o banho semanal na pet shop, à justificativa de que também ele era um "ser humano". Mas com o mínimo de respeito a um direito que todos os animais têm: o de não serem sacrificados exclusivamente ao egoísmo de nossa utilidade.

Ex-subprocurador-geral da República
Artigo publicado em Zero Hora (pág. 17), no dia 23 de dezembro de 2011

FONTE: http://lproweb.procempa.com.br/pmpa/prefpoa/seda_news/cache/news20111229.html

3 de Janeiro de 20123 de Janeiro de 2012
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Diversão não priva a liberdade!

Diversão não priva a liberdade
Alegria não combina com exploração. Se você ama os animais, não compactue com os ditos “entretenimentos” que usam bichos como atrações
Por VANESSA GONZALEZ
Como uma determinada situação pode ser verdadeiramente divertida se o principal envolvido não tem direito a escolha? Animais usados para o entretenimento humano não tem opção e vivem conforme roteiro traçado pelos homens.
Essa reflexão deveria ser feita antes da decisão de visitar parques com golfinhos, baleias e outros mamíferos aquáticos. Ao contrario do que imagina a alegre platéia, animais de parques famosos e sofisticados podem passar por situações de grande stress e sofrimento nos bastidores, apesar da boa infra-estrutura que possuem.
Não se pode dizer que animais confinados em tanques e submetidos a exaustivos treinamentos e apresentações gozam do bem estar e saúde que só o habitat natural proporciona. O mesmo se aplica a rodeios, circos ou mesmo a maioria dos zoológicos.
Reflita, faça as escolhas certas
Época de férias é sinônimo de descanso e diversão. Com janeiro logo aí, chegou a hora de se desconectar, desligar o celular, e ignorar o relógio – o que não pode é esquecer a própria consciência. Se durante o ano inteiro você defendeu e respeitou os animais, não tem porque patrocinar certas práticas agora.
Na hora de incluir os passeios no roteiro de férias da família, observe se o os animais fazem parte das atrações. Seja critico(a) e fuja de pegadinhas do tipo, todo mundo vai. Os animais só estão ali, presos, longe do habitat natural, porque existe um público que paga, banca e dá lucro aos donos.
Recentemente uma baleia orca de 1,4 tonelada se tornou a protagonista de uma grande batalha judicial. Após ser encontrada ferida na Holanda, surgiu o impasse: quando se recuperasse, seria devolvida à natureza? Infelizmente no dia 30 de novembro a orca foi transferida para um zoológico das Ilhas Canárias, na Espanha, tornando-se mais uma triste atração turística.
Golfinhos e baleias pagam um alto preço pelo fascínio que causam em adultos e crianças. São pessoas que, para ter a chance de ver, nadar ao lado e até encostar-se a eles, pagam o que for – e assim patrocinam a captura e o confinamento de tantos outros mamíferos marinhos.
Mas o que é melhor, saber que esses animais estão em liberdade, vivendo a vida que merecem ter, ou presos em tanques sobrevivendo à mercê da próxima platéia?

Futuro
Sempre questionaremos situações que exponham os animais ao stress, que os privem de sua liberdade ou de exercer seu comportamento natural.
Esse artigo sobre o uso de animais para entretenimento humano, remete a um questionamento: tiramos um bicho de sua casa e o colocamos em uma jaula por estar sob ameaça em seu habitat, ou passamos a questionar as instituições que mantém esses animais com o argumento de protegê-los?
Qual seria o ensinamento a uma criança que vê um bicho confinado? Com toda tecnologia disponível, não seria mais didático mostrar os animais em seu habitat, com câmeras ocultas, em 3D, simuladores, etc.?
Afinal, é o mundo que deixaremos para esse indivíduo, que dependerá do indivíduo que deixaremos para esse mundo, que dependerá...
Fonte: Arca Brasil – WWW.arcabrasil.org.br